terça-feira, 9 de junho de 2015

Peteca


As crianças foram convidadas a construírem suas petecas com jornal, pintando-as com tinta guache. O grupo pôde conhecer a brincadeira mangá, Tobdaé de crianças de uma cultura diferente da sua e que teve importante papel na formação do povo brasileiro. As atividades propiciaram respeitar as diferenças culturais além de investigar o que cada um conhece a respeito dos índios e mostrar o indígena contemporâneo, que tem os mesmos direitos que todos, tendo acesso atualmente à tecnologia, universidade e a tudo que a cidade proporciona.

Brincadeira: Mangá, Tobdaé

Esta é uma brincadeira com peteca. Possivelmente todos conhecem e já brincaram com peteca. Peteca é um nome de origem Tupi e significa “tapear”, “golpear com as mãos”. Mas, o jogo de peteca, entre os Kalapalo, guarda certa semelhança com a nossa “queimada” e é jogado com várias petecas ao mesmo tempo (quatro ou seis) e com dois jogadores, a cada vez. As demais crianças aguardam, sentadas, assistindo. A um sinal seu, coordenador do jogo, os dois jogadores da partida arremessam as petecas, na direção do adversário, tentando atingi-lo e, ao mesmo tempo, cuidando para não ser atingido. Quem for atingido por uma das petecas, sai do jogo, cedendo seu lugar para outro jogador, que é uma das crianças que estão sentadas e a disputa recomeça, sucessivamente, até que todos tenham tido a oportunidade de jogar.

Para saber mais   
                                                  
Os índios são os mais antigos habitantes do Brasil. Viviam em terras brasileiras, muito antes de os portugueses aqui chegarem e as colonizarem. Os portugueses chamavam todos os nativos de índios, ignorando as diferenças linguístico-culturais existentes entre eles. O processo de colonização levou à extinção de muitas sociedades indígenas que viviam no território dominado, seja pela ação das armas dos europeus, seja em decorrência de doenças trazidas dos países distantes, ou, ainda pela aplicação de políticas visando adaptar os índios aos costumes europeus. A população indígena vem aumentando rapidamente nas últimas décadas, muito em função da luta política pela preservação de suas terras, de sua gente e de suas culturas. Além disso, simultaneamente a esse processo, registra-se uma gradativa conscientização de segmentos da população brasileira de que os índios são nossos contemporâneos: vivem no mesmo país, participam da elaboração de leis, elegem candidatos e compartilham problemas semelhantes, como as consequências da poluição ambiental e das diretrizes da política econômica, da saúde e da educação. Hoje, os cerca de 220 diferentes povos somam mais de 800 mil pessoas, que falam 180 línguas distintas. Os índios vivem nos mais diversos pontos do território brasileiro. Mais da metade da população indígena está localizada nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil, principalmente na área da Amazônia Legal. Mas há índios vivendo em todas as regiões brasileiras, em maior ou menor número. Embora representem, em termos demográficos, um pequeno percentual dos mais de 190 milhões de habitantes do Brasil, são um exemplo concreto e significativo da grande diversidade cultural existente no nosso país.

Fonte de referência

MUNDURUKU, Daniel. Coisas de Índio. São Paulo: Callis Editora, 2000.






segunda-feira, 8 de junho de 2015

Jogo da agricultura familiar

O jogo da agricultura familiar foi desenvolvido com os usuários que confeccionaram as peças e o dado aproveitando sobras de e.v.a. e papel colorido. Pontos importantes do tema em uma forma lúdica e fácil de ser assimilada são resumidos no jogo e permitem a discussão sobre os motivos das premiações e punições dadas em cada casa do tabuleiro.


Fonte do jogo: Cartilha da ArcelorMittal 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Gincana

Nos dias 1, 2 e 3 de junho tivemos nossa 1ª Gincana que foi aberta com apresentação de Karatê pelo Sensei José Paulo de Matos (Faixa preta 2º DAN - Estilo Shotokan). As atividades  foram elaboradas pela psicóloga Danielle Assis e contaram com a colaboração das terapeutas do turno da noite Sarita Gutierrez (psicóloga), Daniele Paiva (fonoaudióloga) e Fafah Ramos  (professora de Karatê). Inúmeros jogos e brincadeiras foram realizados como pula corda, jogo de balões, corrida do saco, batata quente, labirinto, etc. Jogos produzidos com matérias reciclados como o jogo da estimativa, circuito montado com garrafas pet e brincadeiras como caça ao Saci que trouxe para os participante uma mensagem ecológica também foram desenvolvidos. Nossa decoração, medalhas, embalagens das premiações e potes para lanche também foram confeccionados fazendo uso de materiais reciclados como sobras de papéis diversos, tecidos e e.v.a, folhas, retalhos, garrafas pet, jornal, revistas velhas, tampinhas de garrafas e papelão. É importante destacar que a participação da família no evento favoreceu a união dos familiares que brincaram juntos e se divertiram. Enfatizamos que a competição, quando assume uma forma mais lúdica e educativa, traz vários benefícios: há mais sociabilização, integração, espírito participativo e de equipe entre os atendidos que aprendem a lidar com diversas situações e vivem diferentes papéis. Agradecemos a todos pela colaboração e participação, nosso evento foi um sucesso!


























terça-feira, 26 de maio de 2015

Família

A temática família ainda continua em pauta, nesta semana nossos atendidos conforme solicitados trouxeram fotos para apresentarem sua família aos colegas. Os grupos também compartilharam a árvore genealógica produzida com os familiares e a atividade sobre o reconhecimento do próprio nome.
Outro trabalho criado reaproveitando revistas velhas foi um painel de coração com colagem de fotos selecionadas pelos usuários mostrando diversas composições familiares. Também está sendo desenvolvido um mural grupal em cartolinas pregadas na parede sobre o tema família. Este trabalho pode ser feito por uma pessoa de cada vez ou por todo grupo ao mesmo tempo. Ainda objetivando a reflexão, destacando a importância de uma relação baseada no respeito e no diálogo apresentamos o desenho animado, Era uma vez uma família.






# mês da família # alicerce

Ninguém é igual a ninguém

Trabalhamos o livro infanto-juvenil Ninguém é igual a ninguém de autoria de Regina Rennó e Regina Otero. A história mostra como é gostoso a gente ser o que é, sentir o que sente e viver como vive, apesar da opinião dos outros. O texto permite trabalhar a diversidade existente no mundo em que vivemos desenvolvendo a ética e enfocando o respeito por si e pelo outro. Ele mobiliza o leitor a pensar sobre si mesmo, lançando questões reflexivas sobre identidade e sentimentos, abordando inclusive questões como o buylling. Após leitura e discussão sobre o livro os grupos realizaram as atividades propostas e compartilharam com os colegas o que foi desenvolvido por cada um.